Sem licitação, governo contrata diretamente empresas para atuarem em hospital de campanha.

O Governo do Amazonas, sob o comando de Wilson Lima, vem mostrando a cada dia o total despreparo no enfrentamento da pandemia de COVID-19. Não é de hoje que o Estado é alvo de matérias nacionais envolvendo superfaturamentos de serviços, compra de respiradores inadequados, contratação de empresas com documentações irregulares, umas até com processos em andamento de falsificações de documentos públicos.

Nesta segunda onda, estamos vendo o colapso no sistema de saúde, pessoas morrendo por falta de oxigênio, números astronômicos de novos casos, seguido de números recordes de óbitos diários. E para o governo do Estado, está tudo sob controle, dentro da normalidade, quando, de fato, o que vivemos é um momento de extremo DESGOVERNO. O Amazonas está sem comandante, está à deriva, perdido em meio ao caos.

Nesta segunda-feira, o Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, chegou a Manaus sem previsão de retorno à Brasília, com o intuito de tentar resolver os problemas da saúde, causados pelo governo de Wilson Lima. Como se não bastasse a quantidade de erros na gestão, o Governador Wilson Lima, tentando fazer média com o Governo Federal, reabriu o Hospital de Campanha da Nilton Lins, mas uma chuva de contratos milionários sem licitação. Pasmem... a algumas semanas, a CGL abriu edital de licitação para contratação de empresas para atuarem na linha de frente do hospital de campanha. Mas num súbito ato de improbidade administrativa, Wilson Lima, resolve rasgar todos os procedimentos que ordenam o processo licitatório, e resolve contratar diretamente empresas que não participaram do processo.

É ou não é um absurdo?

Fazer uma contratação sem respeitar os princípios da moralidade, é no mínimo irresponsável.

Vivemos sim, um atual desgoverno, elegemos uma pessoa sem a mínima noção do que é o serviço público, um verdadeiro DITADOR, que não valoriza a vida humana.